Nestas eleições, mais do que em outras, algumas questões estão esquentando os debates em todas as partes. Dentre elas, podemos citar a liberação do aborto, uso da maconha, casamento gay e a criminalização da homofobia. Esta última pretende criar uma casta de pessoas (homossexuais) com livre arbítrio para falar o que pensam e, todas as demais (heterossexuais), ficarão proibidas de falar o que acreditam, sob pena de serem processadas e presas.
Setores conservadores, como por exemplo, Igreja Católica e a maioria das igrejas evangélicas estão se posicionado sobre esse assunto e isso já está pautando as discussões de toda a sociedade brasileira.
Para enrolar tudo, os quatro principais candidatos à Presidência da República são favoráveis à união civil para homossexuais e outros têm uma posição meio frouxa sobre o aborto e o uso da maconha. Isso tem esquentado a cabeça de muita gente.
O pior de tudo é que essas mesmas pessoas discutem isso, no âmbito da eleição majoritária, e esquecem da eleição proporcional e votam naqueles candidatos apontados por "alguém importante", sem ter o mínimo trabalho de examinar as idéias dos mesmos e de seus partidos.
Talvez isso aconteça pelo fato de o brasileiro não ter se dado conta de que aquele o regime presidencialista da ditadura militar já se foi há mais de 20 anos. O povo, parece que não sabe que as leis só passam a vigorar, se primeiro forem aprovadas no Congresso Nacional.
Seria bom o povo acordar e começar a perceber que o Poder Legislativo é muito mais forte do que o Executivo.
Eu sou contrário a essas leis que tramitam no Congresso Nacional, e por isso, deixo de votar em determinados candidatos, exatamente, por esse motivo. Mas isso só acontece comigo, porque eu me sinto livre para escolher em quem devo votar.
DO FUNDO DO BAÚ - ESCOLA ABELHA MIRIM
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A foto de hoje, do acervo *Ribamar Ribeiro*, registra mais um momento
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Há 2 horas


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