quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

O Natal

Jesus nasceu. Estava vaticinado pelas Escrituras Sagradas. O primeiro registro da promessa de seu nascimento encontra-se no Livro de Gênesis 3.15. A partir daquele momento, o Senhor Deus passou a falar da vinda do Salvador, com o objetivo de resgatar a humanidade das mãos do Diabo.

Os séculos foram passando, até chegar a plenitude dos tempos, ou seja, o tempo completo, certo, para o seu nascimento. Jesus nasceu de Maria, na sua humildade e rejeitado pela humanidade da época.

Ele cresceu, foi batizado por João, no rio Jordão e passou a pregar o Evangelho. Sua mensagem era diferente, trazia a esperança para o povo, empolgou muita gente.

Mas os grandes não gostaram da novidade, nem muito menos, daquele revolucionário. Levaram Jesus ao tribunal romano. Arrolaram testemunhas falsas e o condenaram à pena de morte.

Depois disso, o sepultaram e vigiaram o seu corpo. Não funcionou: Jesus ressuscitou!

Os discípulos, empolgados pela ressurreição de seu mestre e pelo poder do Espírito Santo, derramado sobre eles, no dia de Pentecostes, saíram por todo o Império Romano pregando aquela mensagem ensinada pelo Mestre.

O Evangelho se espalhou, cresceu, derrubou o poderio romano. Mas o tempo passou e a humanidade voltou a rejeitar a Cristo. Só que, agora, a coisa é diferente: os homens confessam a Cristo, mas suas obras o negam.

Isso é o Natal dos dias atuais: uma farsa. Dizem que é o aniversário de Jesus, mas a personagem principal é um tal de Papai Noel. Falam de amor, solidariedade, mas a principal motivação da festa é a troca de presentes materiais. O comércio é quem norteia tudo. Na verdade, o Natal se tornou a festa do capitalismo.

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