O piso salarial dos professores, que é alvo de questionamento junto ao Supremo Tribunal Federal por alguns governos estaduais e vem sofrendo resistência de prefeituras para sua implantação deverá ser reajustado dos atuais R$ 950,00 para R$ 1.132,40, retroativo ao mês de janeiro.
Isso é o que prevê a lei do piso, que possui mecanismo de reajuste vinculado à elevação do valor mínimo por aluno/ano do Fundeb, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica.
Em virtude da divergência em torno da adoção do piso, professores e parlamentares temem que o novo valor seja ignorado por governos estaduais e municipais. Diante disso, a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Educação – CNTE, já ameaça com uma paralisação nacional da categoria, prevista para abril ou maio, com o objetivo de exigir a adoção do piso, com ou sem reajuste.
Para o presidente da CNTE, Roberto Franklin de Leão, será uma guerra para fazer valer a lei. Após a vitória parcial de alguns estados no STF, ano passado, foi criada uma frente parlamentar mista em defesa do piso, coordenada pela deputada Fátima Bezerra (PT-RN).
“A expectativa é de que o reajuste seja concedido, mas não temos ainda confirmação”, afirma a deputada.
Fonte: http://grevedaeducacao.zip.net/
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