segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Termina um dos maiores Congressos da história da AD de Upanema

Neste domingo, dia 22, chegou ao final do XVII Congresso da União da Mocidade da Assembléia em Upanema (UMADUP).

Foi um congresso simples, no que se refere aos nomes dos pregadores e cantores convidados. Digo simples, porque essas pessoas não estão aparecendo nos holofotes do meio evangélico. Pr. Francisco das Chagas de fortaleza(CE); Pr. Daniel Nunes de Monteiro(PB); Cantor Jair Santos(PE); Cantor Eli de Jesus e sua banda de Natal(RN). Nenhum desses nomes se apresentam no Congresso dos Gideões, em Camburiú(SC), maior congresso evangélico do Brasil.

Mas Deus não preciso de celebridades para revelar seu poder. Os resultados foram gigantescos para um congresso de cidade pequena, como é o caso da nossa.

Foram mais de 100 decisões. Batismo com o Espírito Santo, foram mais de 20. Curas de enfermidades, tivemos vários testemunhos.

Quanto às curas, em breve, teremos as confirmações médicas e de laboratório. Estou dizendo isso, não porque eu não esteja crendo na veracidade dos milagres e curas. Essa comprovação servirá para calar os céticos e críticos da manifestação do poder de Deus.

As pessoas da cidade afluíam para a Praça de Eventos, com muita cede de ouvir a voz de Deus. O povo permanecia atento aos louvores de Jair e Eli, como também, a exposição da Palavra de Deus, por meio dos preletores. Na hora do apelo, era só contar os novos decididos, que vinham, na sua grande maioria, aos prantos, tocados pelo poder de Deus. No domingo, quase não conseguíamos terminar o culto, com as pessoas vindo entregar suas vidas a Jesus.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Com gosto de bênção

O XVII Congresso da Mocidade já passou seu 2º dia. A Abertura e o 1º culto na Praça de Eventos.

Não poderíamos ter uma análise mais precisa do que dizer: está com gosto de bênção. Já tivemos mais de duas dezenas de decisões e vários relatos de curas divinas. Só está faltando Jesus começar a batizar com o Espírito Santo. Estamos aguardando.

Já começamos a receber congressistas. Certamente, a partir de amanhã, o número de congressistas será bem mais expressivo.

Você, ainda, continua sendo convidado para participar dos últimos dois dias!

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Preparativos

Um grupo de jovens da Assembléia de Deus continua nos últimos preparativos para o XVII Congresso da Mocidade.

São muitas tarefas, dentre elas, pintura do templo, limpeza da rua lateral ao templo, rua da frente, pintura de meio-fio, etc.

Infelizmente a rua, onde fica localizado o Templo da AD em Upanema está cheia de matos e mal iluminada. Já na rua lateral, a coisa é mais séria: é um verdadeiro breu. A igreja é quem mantém a iluminação da via pública, pois mantém duas lâmpadas acesas, durante toda a noite. Isso deve ser ação social. Parabéns!

Observação: A Prefeitura mandou varrer a rua do Templo.

Abertura do XVII Congresso de Mocidade

A Assembléia de Deus em Upanema estará dando abertura ao XVII Congresso de Mocidade nesta quinta-feira, dia 19.

Os trabalhos seguirão até o domingo.

Participe!

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

PC no hospital

Estou fora de área porque meu pc está com problemas. Espero amanhã, poder voltar a normalidade.

Me aguardem!

domingo, 15 de novembro de 2009

Escola Bíblica Dominical

Neste domingo, às 9h, no Templo da Assembléia de Deus.

Participe!

Culto do Filho Pródigo

Iniciou-se neste sábado, 14, a programação voltada para as pessoas que já foram evangélicas, mas encontram-se afastadas. O evento foi realizado ao lado do templo da Assembléia de Deus.

Hoje, domingo, teremos continuação a essa programação com O Culto do Filho Pródigo.
Local: Templo da Assembléia de Deus;
Horário: 19h.

Você é nosso convidado!

sábado, 14 de novembro de 2009

Parceria no Blog

Convidei o professor Jânio Silva para ser parceiro neste blog, como autor de postagens, com sua própria assinatura.

Espero que a parceria seja muito proveitosa para o blog e, principalmente, para os leitores. O professor Jânio tem comprovado interesse pela melhoria da educação e atua como professor da Escola Estadual Professor Alfredo Simonetti e Escola Estadual José Calazans Freire. Certamente, ele trará notícias da Escola Alfredo Simonetti.

De sorte que recomendo aos leitores que, ao ler as postagens deste blog, procure averiguar a autoria das mesmas. Cada autor será responsável por suas próprias postagens.

Professores podem se inscrever como corretores das redações do ENEM

Redações serão corrigidas com maior agilidade. Foto: Banco de imagem/MECO Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) recebe inscrições até as 23h59 do próximo domingo, 15 de novembro, para formação de um cadastro nacional de corretores de redação para a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Podem se candidatar professores que tenham curso superior em letras-língua portuguesa e pelo menos dois anos de experiência, desde que não tenham cônjuge, filho, dependente legal ou qualquer outro parente de primeiro grau inscrito no exame.


A seleção será feita pelo Centro de Seleção e de Promoção de Eventos (Cespe), da Universidade de Brasília (UnB), com base nos dados fornecidos. Após a seleção preliminar, os inscritos deverão encaminhar cópias de documentos comprobatórios, como diploma reconhecido pelo Ministério da Educação e comprovante de regência emitido pela instituição de ensino em que leciona ou lecionou.


A intenção do Inep, órgão responsável pelo Enem, é formar um banco unificado de corretores de redação, com cinco mil professores cadastrados. O banco dará agilidade à correção. Os corretores passarão por treinamento no Cespe. Já estão marcadas etapas de capacitação em Brasília (8 de dezembro), Rio de Janeiro (10 de dezembro) e Fortaleza (11 de dezembro).


O sistema de corretores está estruturado com um coordenador nacional e 180 supervisores. A cada supervisor estarão vinculados 28 corretores.


Correção — Todas as redações são levadas para Brasília, onde são escaneadas com um código para posterior identificação — o cabeçalho, com a identificação do aluno, não é escaneado. Cada supervisor recebe, via internet, determinado número de redações e as repassa aos corretores — cada redação é repassada a dois corretores, nunca ligados ao mesmo supervisor. Após a correção, o sistema apura, automaticamente, aquelas que têm notas discrepantes. Essas redações são enviadas a um terceiro corretor, que não sabe as notas dadas anteriormente. A nota final dessa redação será dada pelo terceiro corretor. É considerada com nota discrepante a redação que, numa escala até 10, teve avaliação com diferença igual ou maior que 5 pontos.


Inscrição — Para se inscrever, o interessado deve preencher o cadastro e o questionário disponíveis na página eletrônica do Inep.

Assessoria de Imprensa do Inep

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Comunicado do Diretor da FM 104,9

Apesar do fim do contrato entre a Prefeitura Municipal de Upanema e a FM Liberdade, eu Céliton Luiz e Jorge Luiz diretores desta emissora comunica que a FM Liberdade irá sim divulgar toda nota de utilidade pública que cada secretaria responsável do município enviar pra emissora.
A prefeitura municipal que era um dos maiores colaboradores da FM 104, neste dia 11 de novembro nos enviou um ofício cancelando esse contrato. Mesmo assim, nós responsáveis pela emissora iremos enviar um ofício a cada Secretário do município informando que a emissora irá sim passar informações de interesses da população, já que o povo não pode ser penalizado, com isso, continuaremos prestando serviços a comunidade.
Muitos pensam só em politicagem e torcem pelo fechamento desta emissora, mais sabemos da importância da 104 pra o nosso município. Qualquer perca de convênio abala qualquer estrutura, mais nós responsáveis pela emissora e os nossos colaboradores que são os nossos funcionários, iremos sim, continuar com os microfones abertos pra todo o município ouvir apesar de meia dúzia pensar o contrário e torcerem que a emissora apartir de hoje passe a fazer críticas a adm. municipal. Digo a essas pessoas que somos responsáveis e não iremos levar pelo lado da politicagem, e digo ainda, que a emissora está a disposição da prefeitura caso um dia deseje reativar o convênio.

Eu Céliton Luiz, meu irmão Jorge Luiz, Júlio César, e funcionários desta emissora, agradecemos aos que continuam nos ajudando que são os apoios culturais, as igrejas locais, sindicato dos trabalhadores e a câmara municipal através dos nossos vereadores e principalmente pela atual Presidente que é a Sr. Adelcina Barbosa, desde já os nossos agradecimentos.
Pra finalizar agradeço a todos e digo principalmente aos nossos ouvintes, que se depender da minha pessoa e do meu irmão Jorge Luiz, iremos manter a FM 104 prestando serviços a comunidade e principalmente ajudando a 13 pessoas a continuar tendo uma gratificação pelo trabalho desenvolvido por esta emissora.
Agradeço a atenção,

CÉLITON LUIZ COSTA DE OLIVEIRA
Diretor da FM Liberdade
Upanema(RN) 12 de Novembro de 2009

O professor está cada vez mais doente

À primeira vista, não parece, mas a profissão de professor pode ser perigosa. O perigo nem sempre é concreto, como o salário baixo e a carga horária alta, mas também se trata de uma série de abstrações: a falta de incentivo, os problemas de convivência com os alunos, a falta de condições de realizar um bom trabalho. Tudo isso junto em muitos casos interfere diretamente na saúde dos professores, que estão cada vez mais doentes e desmotivados.


O aluno está cada vez mais agitado

Segundo dados do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Rio Grande do Norte (Sinte), em 2009, dos 985 afastamentos de professores dos quadros da rede estadual e municipal, 98 foram devidos a problemas de saúde causados pelo trabalho. Os professores que são considerados inaptos para o trabalho acabam realocados em outras funções. É comum um professor ir trabalhar na biblioteca ou cuidar de um laboratório, etc. O processo é chamado de readequação permanente e é responsável por uma média de 10% dos afastamentos. “É uma porcentagem que se repete ao longo dos anos. E é um número alto”, afirma Fátima Cardoso, coordenadora-geral do Sinte. Os problemas mais comuns, de acordo com o Sinte, são: doenças coronárias, problemas de coluna, na voz, problemas psicológicos e psiquiátricos.

O Sindicato também informa que a média de afastamentos é de mil professores por ano. Neste número está implicado a quantidade de aposentados, cujo principal motivo é o tempo de serviço, exonerados e mortos. O número de mortos é baixo em comparação com os outros, apenas nove neste ano. “Dificilmente um professor pede exoneração ou aposentadoria por problemas de saúde porque se perde 40% do benefício. Então os professores normalmente preferem se sacrificar por anos e anos a pedir a aposentadoria por saúde”, explica Fátima Cardoso. E complementa: “Os professores estão sujeitos a todo o tipo de estresse, por conta de problemas de salário e condições de trabalho, além dos problemas inerentes à profissão”.

Toda essa problemática fica condensada na sala de aula, para prejuízo de ambas as partes envolvidas – alunos e professores. O que o professor ganha não é suficiente para o sustento de casa e família. Por conta disso, ele precisa trabalhar em mais de um lugar, sacrificando as horas que seriam de descanso. Os professores da rede estadual e municipal de ensino têm, com raríssimas exceções, dois ou três empregos. Isso significa pelo menos dois horários preenchidos por aula. Como se sabe, também são necessários planejamento e tempo para corrigir provas. Com dois horários preenchidos, só restam duas opções: ou o professor planeja e corrige no único horário livre ou faz o trabalho pela metade. “Infelizmente, o trabalho do professor hoje é visto como algo braçal e não como algo intelectual. É muito trabalho presencial e pouco planejamento”, lamenta o professor de química Luizmar Braga dos Anjos, de 34 anos, que trabalha durante dois turnos em escolas do Estado há nove anos.

Uma rápida conversa com Luizmar e seus colegas de turno na Escola Estadual Varela Barca, localizada em Soledade II, na Zona Norte, é suficiente para entender o tamanho do problema. Luizmar, Edilson Júnior e Osnaide Queiroz – todos trabalhadores na área de educação há muitos anos - reclamam praticamente das mesmas coisas: a falta de condições e as dificuldades com o trato dos alunos. “Os alunos estão cada vez mais agitados, o que obriga o professor a falar sempre alto e exige muito controle emocional”, conta Luizmar. “Para mim, o principal desconforto é financeiro porque o professor não tem condições de arcar com certos custos”, complementa Osnaide Queiroz.

O professor de História Roberto Flávio é uma das vítimas das dificuldades de ser professor na rede pública de ensino. Roberto está afastado há quatro meses de suas funções na Escola Varela Barca porque sofreu um colapso nervoso. Ele chegou a manifestar sintomas de síndrome do pânico e, com retorno autorizado pelo médico para o próximo dia 3 de dezembro, está repensando a conveniência de voltar ao magistério.

Roberto Flávio se define como um professor “que tenta fazer algo diferente”. Isso se traduz na gana que o professor tem de fazer da sala de aula um ambiente produtivo e criativo. O blog da Escola Varela Barca, por exemplo, está sob responsabilidade dele. Outros projetos já foram iniciados por ele e outros colegas de profissão – como um sistema de aulas gratuitas de reforço nos sábados – mas a falta de incentivo sempre é um problema. “É difícil tentar fazer a diferença quando não se recebe apoio dos seus chefes, dos seus pares e até dos alunos”, conta Roberto Flávio, que é professor há 15 anos.

No caso específico do professor Roberto, foi a falta de incentivo que o levou a adoecer e se afastar do trabalho. Contudo, ele enfrenta também um problema físico. “Estou com um problema nas cordas vocais e ainda não consegui verificar o que está acontecendo. Quando estava no médico tive esse problema, esse colapso nervoso e só agora vou me tratar. Espero que não seja um calo nas cordas vocais”, aponta.

A sensação de impotência faz com que o professor, segundo Roberto Flávio, aparente ser alguém “sem identidade” na escola. “O professor sabe o nome de todos os alunos, mas o aluno nunca sabe o nome do professor. O professor fica completamente sem identidade nesse processo”, afirma. Por tudo isso, Roberto Flávio já pensa em não retornar para a sala de aula. O futuro dele pode ser uma das bibliotecas da Zona Norte. “Eles me chamaram e estou pensando se aceito. Desse jeito, eu também largaria o magistério na rede municipal. Faço com idealismo e carinho o meu trabalho, mas tive um filho recentemente e preciso cuidar da minha saúde. Idealismo não garante a vida de ninguém”, encerra.

O alvo

Para o especialista em saúde mental André Luís Leite, o professor acaba sofrendo no dia a dia por não ter uma diferenciação clara entre o tempo de trabalho e o tempo de descanso, além de ser alvo de muitas expectativas por parte de alunos, diretores e pais.

“O professor é alvo de muitas expectativas durante o trabalho. São alunos durante a aula, os pais que querem saber como está o aprendizado, os chefes que também cobram”, exemplifica. E complementa: “Além disso tudo, o professor não tem poder de resolutividade no seu trabalho. Muitas vezes, o processo dá errado por outros motivos além do controle dele. Isso causa uma sensação de ineficácia, que é a maior causa de adoecimento no trabalho”.

De acordo com o Sinte, o Governo do Estado e a Prefeitura de Natal não têm nenhum programa de acompanhamento da saúde do professor e nem um trabalho consistente para avaliar os efeitos negativos da carga de trabalho na saúde desses profissionais. “Tentamos colocar um médico do tra balho como pauta de reivindicação desde 2003, mas sem sucesso”, lamenta Fátima Cardoso, coordenadora do Sinte. A reportagem tentou contato com as secretarias, mas não obteve retorno.

Com os professores doentes, os afastamentos aumentam

Principais problemas de saúde:

Calo nas cordas vocais
Problemas de coluna
Alergia ao pó de giz
Doenças Coronárias
Gastrite nervosa
Depressão
Síndrome do Pânico
E outras doenças psiquiátricas

Principais problemas de trabalho:

Salário baixo
Carga horária excessiva
Falta de tempo para outras
atividades
Problemas de relacionamento
com alunos e colegas
Baixa auto-estima
Violência nas escolas

Matéria publicada no jornal Tribuna do Norte (edição do dia 8 de novembro de 2009)

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Congresso promulga a emenda constitucional que elimina a DRU na educação

Recursos para a educação

O Congresso Nacional promulgou, em sessão solene, nesta quarta-feira, 11, em Brasília, a Emenda Constitucional nº 59, que determina o fim gradual da incidência da desvinculação das receitas da União (DRU) sobre os recursos federais para a educação até a extinção do mecanismo, em 2011. Desde 1994, a desvinculação retira 20% do total dos recursos que deveriam ser destinados obrigatoriamente à educação.


Com a emenda, esse percentual cai para 12,5% no exercício de 2009 e diminuirá para 5% em 2010. Não haverá mais a incidência a partir de 2011. Assim, serão cerca de R$ 9 bilhões a mais no orçamento da educação.


Além da revinculação dos recursos para a área, a emenda determina a ampliação da obrigatoriedade do ensino a todas as etapas da educação básica. Hoje, as matrículas são obrigatórias dos seis aos 14 anos de idade. A emenda constitucional prevê a universalização do atendimento também na educação infantil e no ensino médio, ao ampliar a obrigatoriedade aos alunos entre quatro e 17 anos. A universalização deve ser implementada por estados e municípios, com o apoio do Ministério da Educação, até 2016.


De acordo com o texto, os alunos entre quatro e 17 anos terão o apoio de programas suplementares do MEC atualmente destinados apenas aos matriculados no ensino fundamental e médio. Portanto, recursos do transporte e da alimentação escolares, dos programas do livro didático e de assistência à saúde serão estendidos a todos os estudantes da educação básica pública.


Outra mudança fixada no texto diz respeito ao Plano Nacional de Educação (PNE). “A emenda obriga que o legislador faça constar metas no PNE de acordo com proporção pré-fixada do PIB”, explica o ministro Fernando Haddad, que participou da cerimônia de promulgação.


Na visão de Haddad, as medidas aprovadas hoje pelo Congresso são uma decisão histórica. “Essas mudanças constitucionais aprimoram a legislação de maneira suprapartidária e republicana”, comemorou.

MEC

Cidadania

A cidadania é o exercício dos direitos adquiridos por um povo ou nação, ao longo do tempo .

Partindo deste princípio, a cidadania é algo relativo, ou seja, a cidadania dos dias atuais não é a mesma de 20 anos atrás.

Quando era criança, os direitos do cidadão brasileiro eram bem mais resumidos. Hoje, já temos muitas leis que vieram para garantir esses direitos. Podemos citar como exemplo, o Código do Consumidor.

Mas onde eu quero chegar? O que me entristece nos dias de hoje, e quando vejo as pessoas, confundindo seus direitos com favores. Eu explico: muita gente pensa que ter um médico atendo gratuitamente, uma escola de qualidade para os filhos, uma estrada em boas condições, por exemplo, são favores dos gestores públicos.

Ora, se temos uma das maiores cargas tributárias do mundo, como esperar os que os serviços públicos sejam de péssimas condições? Mas é isso que vemos comumente, sem a reclamação contundente da população. As pessoas estão conformadas com o péssimo funcionamentos dos serviços públicos e ainda tem muitas pessoas que criticam aqueles que não se conformam com essa falta de respeito ao cidadão.

Mas, claro que a cidadania também inclui a responsabilidade com os deveres. Não podemos esquecer, também, que nossos direitos não podem invalidarem os direitos dos outros.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Pré-Congresso

A mocidade da Assembléia de Deus em Upanema está realizando o seu Pré-Congresso.

Os trabalhos iniciaram-se hoje, às 19h, no Clube Municipal, com o Estudo Bíblico: O Plano Divino para o Homem, Através dos Séculos. Amanhã, terá continuidade, com a conclusão do estudo.

No próximo sábado e domingo, teremos um trabalho voltado para aquelas pessoas que já foram evangélicas, mas por algum motivo deixaram o Evangelho. Trata-se do "Culto do Filho Pródigo".

ENQUETE do PL 122 VOLTOU ao SITE do SENADO

A ENQUETE VOLTOU!
10.NOV.2009


PARTICIPE DA ENQUETE DO SENADO FEDERAL

Você é favorável à aprovação do PLC 122/2006
que torna crime o preconceito contra homossexuais?

Senadox

USE ESTE ENDEREÇO:
Central de Relacionamento do Senado Federal

A pesquisa ia ficar disponível durante todo mês de novembro.
saiu, mas já voltou.

MEU VOTO É: NÃO!


Opinião: O texto "Torna crime o preconceito contra os homossexuais" tem um aspecto muito subjetivo na sua exegese. Ele rotula como preconceito a crítica aberta e franca à opção homossexual. Que não querem ser criticados. Um pai vai ser acusado de homofóbico se ensinar aos filhos que a opção homossexual é contra os princípios bíblicos. Um pastor pode ir para a cadeia se ensinar o que está escrito, por exemplo, na Carta de Paulo aos Romanos.

Como a causa homossexual não é considerada religião, em outros países, como por exemplo no Chile, eles têm procurado distribuir manuais de homossexualismo nas Escolas Públicas amparados pelo aval do Ministério da Educação.

Na Suécia, onde tal lei foi aprovada, os pastores das Igrejas evangélicas foram constrangidos por medo a modificar a Liturgia dos cultos. Vão ser obrigados, inclusive, a realizar cerimônicas de "casamento" gays.

Isso fere o direito evangélico de culto, pois temos a Bíblia Sagrada como regra de fé e prática. Os evangélicos desta nação não ensinam o ódio a gays dentro da Igreja. Os crentes não matam gays. Se esta lei passar com a redação do substitutivo atual, vai cercear nosso direito de crítica e expressão de opinião.

E por fim, criminalizar alguém por criticar e discordar da opção sexual de alguém é um campo perigoso. Além de hétero e homo tem muitas outras opções inclusive a pedofilia.

Que ninguém seja enganado por sofismas e palavras. Evangélicos não matam homossexuais. Nas Igrejas Evangélicas não há execração publica de gays. O Evangelho não foi feito para apedrejar, senão para salvar os que estão perdidos. Gays são seres humanos como nós.

O termo "homofobia" é um sofisma. É um rótulo desprovido da realidade, pois classifica TODA pessoa que critica a opção homossexual como se ela tivesse ODIO de gays. Uma coisa é uma coisa, e outra coisa é outra coisa. Isto é uma mentira deslavada. Não se matam homossexuais em Igrejas de crentes. Não existe Ku Klux Kahn anti-gays no meio evangélico. Torceram o significado da palavra para encarapuçar quem apenas critica uma conduta sexual. Nós evangélicos somos muito criticados. Mas mesmo assim, defendemos o direito de liberdade de expressão - de crítica mesmo. A lei que pretendem é uma mordaça. A crítica vai ser tipificada como crime. Isto é um absurdo.

É por isso que eu sou contra. Para mim isto vai ser um cala-boca contra os crentes.. Uma mordaça ao direito de liberdade de expressão dos evangélicos.

VOTE NÃO!


João Cruzué.

Jander e a defesa da instalação de uma agência do BB em Upanema

Jander deveria ser vereador. O cidadão faz valer seus desejos e convicções. Tem levantado algumas bandeiras em Upanema. Tem algumas que nem concordo com ele. Mas um coisa é certa, ele é insistente naquilo que defende.

Ele, agora, está com uma campanha pela instalação de uma agência do BB em Upanema. Para esquentar a discussão, ele descobriu que vai se criar uma agência em Jardim de Piranhas, movida a força política. Com isso, ele conseguiu provar que aqui em Upanema não existe uma agência por fraqueza política.

Estou com Jander e não abro um milímetro. Mas de qual lado estão as autoridades de Upanema? Onde estão elas? Elas sabem que Upanema tem condições de reinvindicar uma agência bancária?

20 anos da queda do Muro de Berlim







Em novembro de 1989, o mundo mudou. O Muro de Berlim, símbolo mais visível de uma divisão entre o Oriente e o Ocidente, foi derrubado enquanto as pessoas afirmavam seu desejo pela liberdade.

O fundador da Portas Abertas, Irmão André, acompanhou as consequências vividas pelos cristãos no país, desde a inauguração do Muro, em 1961 até sua queda.

A Igreja Sujeita ao Comunismo

O Muro de Berlim foi inaugurado em 13 de agosto de 1961. O fundador da Portas Abertas, Irmão André, foi um dos primeiros a passar por um dos postos de controle, Charlie. Ele tem uma lembrança vívida do impacto do Muro: “A multidão de refugiados sujeita a regras comunistas parou durante a noite. Não havia saída, ninguém podia escapar. O resultado foi uma onda de suicídios, incluindo alguns pastores evangélicos. Eles perderam a esperança”.

Havia um claro confronto ideológico e de valores. Um pensador comunista disse: “A responsabilidade do comunismo é ser militante ateu, um lutador ativo para a pureza da ideologia soviética e para uma erradicação completa do preconceito religioso”.

Além disso, havia um regime baseado em um controle rígido. A Igreja estava isolada e vivia sob ameaças. O colega do Irmão André, Johan Companjen, explica: “Os comunistas não toleravam os cristãos. Os cristãos caíram totalmente no abandono. Um pastor na Hungria disse: ‘Ninguém sabia onde eu estava, nem mesmo a minha família. Obrigado por vir’. Então, ele chorou muito. A polícia tinha fechado a igreja dele e o levado preso”.

Mas, apesar das ameaças, detenções e prisões, o Irmão André diz que a Igreja mostrou força.

Ele nunca gostou do termo “Igreja clandestina” e explica: “Um cristão verdadeiro não pode ser clandestino, a Igreja não pode ser clandestina – ela foi chamada para proclamar ousadamente o evangelho e não para ser intimidada pelo inimigo”.

A origem da Portas Abertas veio da determinação do Irmão André em fortalecer a Igreja Perseguida. Ele começou a fazer várias visitas, levando Bíblias através do posto de controle, orando para que os guardas não o vissem com elas e, pedindo para que Deus os “cegassem” quando ele passasse.

Centenas de milhares de Bíblias foram entregues. Sua convicção era que os cristãos que viviam sob este tipo de pressão precisavam de encorajamento e da força que podia ser encontrada na Palavra de Deus.

Ele comentou: “A Igreja Perseguida tem muito mais a nos ensinar do que nós a ela. Olhar o modo como eles perseveraram sob oposição, amar a Deus e perdoar àqueles que os torturavam é algo que nós precisamos aprender e a nossa sociedade também”.

Fonte: Portas Abertas

terça-feira, 10 de novembro de 2009

TCU aponta irregularidades em uso de fundo para educação

Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) encontrou nos 22 municípios selecionados por amostragem irregularidades como compras sem licitação, gastos com serviços incompletos e até pagamento de INSS com dinheiro de merenda escolar.


Distribuídos por 18 estados que concentram a maior quantidade de cidades com Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (espécie de termômetro da qualidade da educação básica) abaixo da média nacional, os municípios receberam repasses do FNDE que totalizam R$ 69,3 milhões, entre janeiro de 2007 e agosto de 2008.

Entre as principais irregularidades, estão falhas em licitações, desvios de recursos para conta bancária do município, saques sem comprovação de despesa, indícios de fraude em pagamentos ou em documentos, atuação deficiente dos conselhos sociais e ausência de identificação do convênio ou do programa nas notas fiscais.

No relatório aprovado na última quarta-feira por unanimidade em sessão plenária, o TCU calcula que o rombo chegue a R$ 1,7 milhão. O ministro José Jorge de Vasconcelos Lima cobrou rigor na fiscalização e no controle de repasse dos recursos.

"Cabe à autarquia apurar as irregularidades, pedir reembolso e multar os responsáveis", assinala José Jorge, relator do processo. "O FNDE tem uma dimensão muito grande, por isso os recursos deveriam se concentrar em programas mais relevantes. Recomendamos inclusive que o processo seja informatizado. A fiscalização, para ser mais efetiva e rápida, depende também da tecnologia."

O FNDE comunicou que suspendeu recursos de merenda escolar para entidades que respondem a tomadas de contas especiais. Ao TCU, o presidente da autarquia, Daniel Silva Balaban, informou que o orçamento do órgão no ano passado foi de R$ 14,7 bilhões, destinados à execução de 15 programas de governo e 65 ações orçamentárias na área de educação, que atenderam a cerca de 180 mil escolas e 43 milhões de alunos.

Balaban acrescentou que as transferências realizadas pela autarquia geram, anualmente, 25 mil prestações de contas e 4 mil instaurações de tomadas de contas especiais.

As falhas em licitações foram os problemas encontrados com maior freqüência: dos 22 municípios, 16 (ou 72,7% dos casos) apresentaram irregularidades e em metade dos casos havia indícios de restrição à competitividade. (...) (IG)

Em defesa de uma educação de qualidade, sempre

CNTE Informa 507
Há mais de 60 anos que os trabalhadores em educação, organizados, lutam por uma escola pública de qualidade, universal, laica e gratuita. Nosso saldo vem sendo positivo e as conquistas, inúmeras: a criação do Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN), a profissionalização dos funcionários de escola e, recentemente, a desvinculação da DRU na educação são exemplos dos resultados de nossos esforços. Infelizmente, são muitos os entraves para que as mudanças aconteçam, e, até hoje, ainda existem educadores mal-remunerados, que recebem menos que o piso salarial da categoria.

Educação de qualidade se faz com salários dignos, plano de carreira, profissionalização, gestão democrática e boas condições de trabalho. Desde 1948, nossa mobilização tem sido em torno desses ideais. É lamentável que o governo de São Paulo, através de seu secretário de Educação, Paulo Renato de Souza, acuse os sindicatos de estarem “mais focados no próprio umbigo e menos nas questões relativas à educação”.

Nossa responsabilidade social é tanto lutar pela qualidade do ensino quanto defender os interesses da categoria. E buscar uma educação de qualidade é zelar por condições adequadas de trabalho para cada educador, com salários dignos, plano de carreira, hora-atividade, formação continuada e valorização profissional. Ao lutar contra os ataques aos direitos da classe trabalhadora, estamos defendendo indiretamente a difusão do conhecimento, a formação de cidadãos conscientes e trabalhadores qualificados.

Nossa história demonstra que somente mobilizados, perante objetivos claros, conseguimos obter vitórias. Por isso, vamos continuar resgatando o valor social do magistério e sua relevância para o desenvolvimento do país.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Educação incomoda

Surgiu uma polêmica no blog de Josiel. Ora, falar em salário de professor se tornou pecado em Upanema.

Eu fico a me perguntar o que certas pessoas de Upanema entendem por educação. Será que para essas pessoas educação é uma sala de aula com um professor tremendo de fome, tentando permancer de pé, escorado no quadro?

Quando eu escuto algumas pessoas desse tipo, ou mesmo, quando leio seus comentários, faço essa leitura.

Na minha visão, educação é um sistema. Para se ter educação, precisa se ter um plano de Estado (governo), uma estrutura, mão-de-obra qualificada e bem remunerada e um interesse social pela aprendizagem do aluno. Se uma dessas peças falhar, todo o sistema estará comprometido.

O salário do professor não serve somente para seu bem-estar pessoal e familiar. É com esse salário que o professor investe em cultura: compra livros, assina periódicos, internet, etc. Ou será que isso não faz parte da boa educação?

Será que estão pensando em melhorar a educação cuidando só da parte física da escola, esquecendo o bem-estar do principal vetor no carreamento e produção do conhecimento?

Não estou entendo mais nada!

Eu só posso acreditar que é o fato de a educação libertar o cidadão, ou melhor, fazer o cidadão que tanto incomoda essa gente.

Jander na blogosfera

Jander entrou para o mundo da blogsfera. Certamente trará uma grande contribuição para os debates upanemenses. Apertem o cinto!

Confira nolink: Blog do Jander

domingo, 8 de novembro de 2009

A enquete de novembro do Senado Federal perguntando se o brasileiro é a favor da Ditadura Gay, sumiu! Por quê?

A explicação dos gerenciadores do site do Senado Federal:

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Ontem, os resultados mostravam que a maioria dos brasileiros rejeitam o PL 122/2006:
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sábado, 7 de novembro de 2009

Exame avaliará 1 milhão de estudantes em 997 municípios neste domingo

Um total de 1.103.173 estudantes deverá fazer a prova do Exame Nacional de Desempenho do Estudante (Enade) neste domingo, 8 de novembro, sendo 681.206 ingressantes e 421.967 concluintes. A prova, com início previsto para as 13h, horário de Brasília, será aplicada em 997 municípios. O Enade é obrigatório para estudantes ingressantes e concluintes das áreas avaliadas.

Neste ano serão avaliados os cursos de graduação em administração, arquivologia, biblioteconomia, ciências contábeis, ciências econômicas, comunicação social, design, direito, estatística, música, psicologia, relações internacionais, secretariado executivo, teatro e turismo.

Serão também avaliados, pela primeira vez, os cursos superiores de tecnologia em design de moda, gastronomia, gestão de recursos humanos, gestão de turismo, gestão financeira, marketing e processos gerenciais.

Além desses universitários, também deverão fazer a prova do Enade aqueles estudantes selecionados e faltosos de alguma das edições anteriores e que ainda não regularizaram sua situação. O total de estudantes irregulares inscritos é de 108.903.

Os participantes já devem ter recebido, pelos correios, o cartão de informação, enviado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). Quem não o recebeu, deve consultar seu local de prova na página eletrônica do Inep ou na coordenação de seu curso. A apresentação do cartão de informação não é imprescindível para a realização da prova. Basta que o estudante se dirija ao local correto munido de documento oficial de identificação.

Assessoria de Imprensa do Inep

Educação feita para funcionar

Eu estava acompanhado a exposição do Reitor Josivan Barbosa, quando ele falava da estrutura da UFERSA e do regime de trabalho dos professores e fiquei a meditar nos demais níveis de ensino.

Na universidade existe um investimento alto na construção de toda uma estrutura física. Salas de aulas, biblioteca, laboratórios, refeitórios, salas de professor, etc. Ou seja, o sistema federal é feito para funcionar.

E nas escolas públicas municipais e estaduais? Existe esse mesmo empenho?

A realidade das escolas municipais e estaduais, na grande maioria dos casos, é de cortar coração. Não existe a mínima condição de funcionamento.

Se você quer um exemplo disso que estou falando, vá na Escola Maria Gorete. Ali, é um exemplo inquestionável do que é a falta de prioridade para a educação. Não existem salas de aulas suficientes. A escola funciona em dois prédios, para resolver esse problema.

Na sede da escola não tem sala de Direção, sala de supervisão, sala de professores, sala de vídeo, biblioteca, sala de reunião, banheiros para funcionários. Também não tem telefone. Os ventiladores das salas de aula estão queimando em série. O calor é insuportável.

Se você ainda conseguir continuar a leitura, eu vou dizer que está faltando papel ofício, álcool e outros materiais de uso contínuo.

Assim, não dá para funcionar. Educação não se faz só com boa intenção!

Os professores de Matemática e Língua Portuguesa estão sendo capacitados para realizarem atividades inovadoras com seus alunos. Quando chegam na escola, a realidade diz que eles se conformem com o quadro e o livro didático, pois não existe mais nada além disso.

Quando os resultados são um fracasso, como os atuais, aparece meio mundo de gente para dizer que a culpa é do professor. Dizem que ganhamos com a "cara" e não damos os resultados esperados.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Reitor da UFERSA fez uma bela exposição em Upanema III

O Reitor Josivan falou uma coisa interessante. Ele disse que a Prefeitura não deve transportar o aluno universitário todos os dias, mas dá condições para que este aluno more na universidade. Segundo ele, lá, o aluno está perto da biblioteca, dos laboratórios e dos professores.

Eu sempre pensei nisso. Até já tenho falado neste blog da necessidade de se investir parte dos recursos dos royalties de petróleo com isso. O petróleo é um bem finito. Um dia pode acabar. No dia que isso acontecer, o que terá ficado de legado para nosso município?

Na verdade, a formação de um jovem carente é o maior benefício que um governante pode fazer a um jovem carente.

Não adianta quase nada se dá uma casa a um cidadão, se ele não tem condições de sobreviver dentro dela. Esta é a causa de tantas das casas construídas na administração estarem fechadas.

Reitor da UFERSA fez uma bela exposição em Upanema II

Nunca tinha visto um reitor sair de seu gabinete para vir a uma cidade pequena falar com os alunos de uma escola pública a respeito dos cursos oferecidos por sua universidade. Isso se torna mais forte, quando se trata de uma universidade federal.

Mas quando ouvia a exposição do reitor, logo percebi que ele é de origem pobre. No final da palestra, ele informou que é oriundo do Sítio Apanha Peixes, município de Caraúbas.

Reitor da UFERSA fez uma bela exposição em Upanema

O Reitor da UFERSA, Professor Josivan Barbosa, esteve, hoje à tarde, em Upanema fazendo uma exposição sobre os cursos da instituição.

O objetivo dele é incentivar os jovens upanemenses a nutrirem o interesse em estudar naquela universidade.

O Reitor mostrou a história da universidade, a começar pela época em que era apenas uma escola superior. Mostrou a transformação em universidade. Mostrou a estrutura atual e os projetos de expansão.

Caixa eletrônico do BB em Upanema não funciona, mas está tudo bem...

Interessante que quase todo mundo em Upanema esteja satisfeito com esse desrespeito que o BB está dispensando aos usuários do banco nesta cidade.

Não tenho visto os políticos locais reclamando de nada. Já vi alguém tentando jogar a culpa no Governo do Estado. Não quero tirar a culpa dele. Mas eu estou vendo muita incoerência nessa história.

Para começar, o Rio Grande do Norte e Upanema não são exceções nessa área. A violência está em toda parte do país. Todo mundo lembra que os meliantes roubaram o Banco Central em Fortaleza-CE. Nem por isso, fecharam tudo, alegando falta de segurança.

Voltando para nosso estado, todos lembram que nosso Estado já dominado por algumas quadrilhas que chegaram a fechar uma cidade e levaram o dinheiro de todas as agências bancárias de lá. O Governo não era o atual. Naquela época, as quadrilhas potiguares viajavam o Nordeste todo, praticando assaltos a bancos.

Todo mundo também lembra que nossa cidade teve sua agência dos Correios roubada por, pelo menos duas vezes. Em uma delas, os meliantes começaram sequestrando o gerente dos Correios. Em outra oportunidade, levaram o dinheiro e saíram dançando em carro aberto, pelas avenidas da cidade.

No atual Governo, todos os grandes grupos armados foram desbaratados. Nunca mais aquele clima de terrorismo voltou a existir. Hoje, os assaltos estão muito frequentes, mas são de menores proporções.

Eu acho que isso só está acontecendo com Upanema pela fraqueza de nossa cidade. Aqui não existe uma voz audível. Os políticos locais são impotentes e votam em representantes estaduais e federais que são alimentados com caldo de cuscuz.

Não tem nenhuma lógica o que está acontecendo por aqui. Trouxeram esse "bendito" terminal, dizendo que logo viria outra máquina para emissão de folhas de cheques. Também falavam em um posto de serviço. Onde estão as promessas? Onde estão nossos representantes que não cobram isso? Só o que faltava era tirar o que já tinha!

MEC quer investir recurso extra na formação de professor

A formação de professores deve ser o foco do investimento do Ministério da Educação (MEC) a ser feito com o recurso extra liberado pelo fim da Desvinculação das Receitas da União (DRU). A previsão do MEC é de que sejam cerca de R$ 9 bilhões a mais a partir de 2011. Segundo a secretária de Educação Básica do MEC, Maria do Pilar Lacerda, o objetivo será melhorar a qualidade do ensino por meio da formação. "Não podemos perder de vista o direito de aprender do cidadão, que vem com o investimento na garantia da qualidade", afirma.

O plenário do Senado aprovou, após seis anos de tramitação no Congresso, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba progressivamente com a DRU - mecanismo que autoriza o governo a reter 20% de toda arrecadação sem justificar no projeto de orçamento o destino dos recursos - na educação. O setor era afetado pela DRU pois a Constituição determina que 18% da arrecadação com tributos federais deve ser destinada à área. O MEC estima que a educação tenha perdido, desde 1996, quando a DRU foi instituída, cerca de R$ 100 bilhões.

A pasta pretende focar os investimentos na formação básica e continuada dos professores e garantir melhorias nas estruturas dos estabelecimentos de ensino. "Com mais recursos teremos mais possibilidades", afirma a secretária. Em relação aos investimentos no plano de carreira dos professores, Maria do Pilar afirma que o MEC já vinha tomando providências antes da aprovação da verba. "Já tínhamos tomado duas medidas: a aprovação do piso nacional dos professores e as diretrizes para a carreira do professor." (O Estado de S. Paulo)

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Reitor da UFERSA virá a Upanema

O Reitor da Universidade do Semi-árido, Josivan Barbosa, virá nesta sexta-feira, dia 06/11, à nossa cidade. O objetivo de sua vinda é fazer uma apresentação dos cursos da instituição e incentivar aos estudantes upanemenses a concorrerem às vagas oferecidas pela universidade dirigida por ele.

A palestra será realizada no auditorio da Câmara Municipal, às 15h.

Todos os estudantes e cidadãos interessados podem participar.

Fonte: Direção da Escola Calazans Freire.

PARTICIPE DA ENQUETE DO SENADO FEDERAL

Você é favorável à aprovação do PLC 122/2006
que torna crime o preconceito contra homossexuais?
Clique na figura para acessar a página da enquete.

Senado
OBSERVAÇÃO: A enquete encontra-se no lado direito da tela.

Ou use o link:

Central de Relacionamento do Senado Federal

A pesquisa vai ficar disponível durante todo mês de novembro.

Fonte: União de Blogueiros Evangélicos

Caixa do BB em Upanema vai permanecer desabastecido por tempo indeterminado

Liguei para a Agência do Banco do Brasil em Campo Grande para me informar sobre a causa do desabastecimento do nosso caixa eletrônico.

O funcionário, que me atendeu, informou que a falta de dinheiro na máquina, é por questão de segurança. Segundo ele, houve um assalto em umas dessas máquinas, em uma cidade da região do Vale do Assú, sendo que os meliantes levaram a máquina.

Dessa forma, o banco está aguardando uma equipe de inspeção, que virá da superintendência em Recife, para averiguar a segurança de nosso caixa. Caso seja constatado que não existe segurança para o banco continuar operando em nossa cidade, o serviço só voltará a funcionar, após os ajustes necessários.

Portanto, coloquemos "ferro de molho". Tenhamos muita paciência! Por enquanto, estamos com a marcha ré engatada!

Lula sanciona projeto de Cristovam para ensino médio

CNTE

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou um projeto de lei que garante a qualquer pessoa o acesso ao ensino médio público e gratuito. Essa é a quinta proposta de autoria do senador Cristovam Buarque (PDT-DF) a ser transformada em lei - e também a quinta destinada a aperfeiçoar a educação no País. As informações são da Agência Senado.

Cristovam argumentou que, "sem o ensino médio, os jovens não podem entrar na universidade nem se tornar cientistas; sem o ensino médio, portanto, o Brasil não tem futuro". Ele acrescentou que, atualmente, apenas um terço dos jovens brasileiros conclui essa etapa dos estudos.

O texto sancionado pelo presidente altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996, também conhecida como LDB). A LDB obrigava o poder público a garantir somente o acesso ao ensino fundamental, que é responsabilidade dos municípios. Agora, qualquer pessoa pode exigir vaga no ensino médio, pelo qual os governos estaduais são responsáveis.

No Senado, a proposta de Cristovam tramitou como PLS 6/06. Posteriormente, na Câmara dos Deputados, esse mesmo texto foi examinado sob a forma do PL 7.409/06.

Beneficiados e viabilidade

Para o senador, os principais beneficiados serão os jovens que cursam o último ano do ensino fundamental e estão prestes a entrar no ensino médio, mas que normalmente não o fariam devido à falta de vagas em escolas públicas ou devido à falta de recursos para pagar uma escola privada.

"Uma parte da evasão é causada pela pobreza, que induz o jovem a trabalhar. Outra parte é provocada pela péssima qualidade das escolas, que, por essa razão, não seguram os alunos. E há ainda a evasão provocada pela falta de vagas; é esta que pretendemos atacar agora", explicou.

Ao ser questionado sobre a viabilidade financeira de sua proposta, Cristovam respondeu com uma crítica. "Quando se trata da Copa do Mundo, das Olimpíadas no Brasil ou dos investimentos no pré-sal, ninguém pergunta de onde virão os recursos". O senador lembrou que o ensino médio público é responsabilidade dos Estados, mas ressaltou que, para universalizá-lo, o governo federal também terá de investir no setor. "A União tem de participar, inclusive porque há desigualdade de condições entre os estados". (Agência Estado)

Leitura Bíblica

Apocalipse 2

1 ESCREVE ao anjo da igreja que está em Éfeso: Isto diz aquele que tem na sua destra as sete estrelas, que anda no meio dos sete castiçais de ouro:
2 Conheço as tuas obras, e o teu trabalho, e a tua paciência, e que não podes sofrer os maus; e puseste à prova os que dizem ser apóstolos, e o não são, e tu os achaste mentirosos.
3 E sofreste, e tens paciência; e trabalhaste pelo meu nome, e não te cansaste.
4 Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor.
5 Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; quando não, brevemente a ti virei, e tirarei do seu lugar o teu castiçal, se não te arrependeres.
6 Tens, porém, isto: que odeias as obras dos nicolaítas, as quais eu também odeio.
7 Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer, dar-lhe-ei a comer da árvore da vida, que está no meio do paraíso de Deus.
8 E ao anjo da igreja que está em Esmirna, escreve: Isto diz o primeiro e o último, que foi morto, e reviveu:
9 Conheço as tuas obras, e tribulação, e pobreza (mas tu és rico), e a blasfêmia dos que se dizem judeus, e não o são, mas são a sinagoga de Satanás.
10 Nada temas das coisas que hás de padecer. Eis que o diabo lançará alguns de vós na prisão, para que sejais tentados; e tereis uma tribulação de dez dias. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida.
11 Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: O que vencer não receberá o dano da segunda morte.
12 E ao anjo da igreja que está em Pérgamo escreve: Isto diz aquele que tem a espada aguda de dois fios:
13 Conheço as tuas obras, e onde habitas, que é onde está o trono de Satanás; e reténs o meu nome, e não negaste a minha fé, ainda nos dias de Antipas, minha fiel testemunha, o qual foi morto entre vós, onde Satanás habita.
14 Mas algumas poucas coisas tenho contra ti, porque tens lá os que seguem a doutrina de Balaão, o qual ensinava Balaque a lançar tropeços diante dos filhos de Israel, para que comessem dos sacrifícios da idolatria, e se prostituíssem.
15 Assim tens também os que seguem a doutrina dos nicolaítas, o que eu odeio.
16 Arrepende-te, pois, quando não em breve virei a ti, e contra eles batalharei com a espada da minha boca.
17 Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer darei eu a comer do maná escondido, e dar-lhe-ei uma pedra branca, e na pedra um novo nome escrito, o qual ninguém conhece senão aquele que o recebe.
18 E ao anjo da igreja de Tiatira escreve: Isto diz o Filho de Deus, que tem seus olhos como chama de fogo, e os pés semelhantes ao latão reluzente:
19 Eu conheço as tuas obras, e o teu amor, e o teu serviço, e a tua fé, e a tua paciência, e que as tuas últimas obras são mais do que as primeiras.
20 Mas tenho contra ti que toleras Jezabel, mulher que se diz profetisa, ensinar e enganar os meus servos, para que se prostituam e comam dos sacrifícios da idolatria.
21 E dei-lhe tempo para que se arrependesse da sua prostituição; e não se arrependeu.
22 Eis que a porei numa cama, e sobre os que adulteram com ela virá grande tribulação, se não se arrependerem das suas obras.
23 E ferirei de morte a seus filhos, e todas as igrejas saberão que eu sou aquele que sonda os rins e os corações. E darei a cada um de vós segundo as vossas obras.
24 Mas eu vos digo a vós, e aos restantes que estão em Tiatira, a todos quantos não têm esta doutrina, e não conheceram, como dizem, as profundezas de Satanás, que outra carga vos não porei.
25 Mas o que tendes, retende-o até que eu venha.
26 E ao que vencer, e guardar até ao fim as minhas obras, eu lhe darei poder sobre as nações,
27 E com vara de ferro as regerá; e serão quebradas como vasos de oleiro; como também recebi de meu Pai.
28 E dar-lhe-ei a estrela da manhã.
29 Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Pagando para sofrer

Essa é a situação dos usuários do BB, na cidade de Upanema. Ainda hoje, às 11h, não haviam abastecido o caixa eletrônico.

Quanta falta de respeito aos funcionários municipais. Só para refletirmos um pouco: muitos funcionários vêm da zona rural para sacar seus salários. Eles precisam pagar passagens, ou mesmo, utilizarem-se de seus próprios veículos. Ao chegarem no caixa encontram aquela "bendita" frase: "Saque indisponível".

Não acredito que as nossas autoridades tenham coragem de ficarem caladas!

Também existe um outro detalhe. Os comerciantes de Upanema precisam tomar alguma atitude. Eles poderiam fazer uma passeata e convocar a imprensa de Mossoró para fazer a cobertura. Eles estão perdendo muito com isso. O pessoal vai a Mossoró sacar os proventos e aproveitam para fazer as compras, deixando o comércio daqui a ver navios, mesmo sem ter mar.

A meritocracia tucana já deu certo em algum lugar? Quem souber que nos avise

CNTE Informa 506
As “páginas amarelas” da revista Veja, edição nº 2136, de 28 de outubro de 2009, publicou entrevista com o atual secretário da educação de São Paulo, Paulo Renato Souza, sob o título “Contra o corporativismo”. O ex-ministro de FHC utilizou-se da velha tática tucana de acusar os trabalhadores em educação - mais especificamente seus Sindicatos - para se escusar do vexame em que as administrações do PSDB estão expostas, no caso de São Paulo e nos 8 anos à frente da União, em matéria de educação básica. Em resumo, para o Secretário, hoje, a educação paulista mantém resultados pífios de avaliação porque os professores são desatualizados, acomodados, faltosos e não admitem ser avaliados. Só por isso!

O primeiro fato interessante desse episódio refere-se à fonte da informação. A mencionada revista semanal transformou-se num dos principais porta-vozes do combalido neoliberalismo, junto com outros veículos de comunicação da “grande mídia”. Embora alardeiem o contrário, os interesses desses veículos fundam-se na defesa de classe a que pertencem seus proprietários. E, como bem sabemos, distribuição de renda via acesso qualificado à educação pública nunca foi prioridade das elites econômicas do país. Isso explica a ênfase que o periódico deu à tese ultrapassada do ex-ministro e atual secretário de educação, que faltou com a verdade ao afirmar que a meritocracia com o viés neoliberal - isso porque existem várias formas de se avaliar o mérito - é unanimidade entre os especialistas em educação do mundo todo.

Não é preciso ser um grande entendedor de educação para saber que seu desenvolvimento se faz com profissionais bem formados, estimulados e reconhecidos socialmente; com boas condições de trabalho; com infraestrutura compatível às demandas dos níveis, etapas e modalidades de ensino; com gestão democrática que priorize a participação direta da comunidade escolar nas decisões da escola e dos sistemas de ensino; e com financiamento compatível para sustentar essas premissas e outras políticas complementares ao ensino regular. Entre estas últimas, que são essenciais do ponto de vista social, destacam-se o amparo à infância e à juventude; a sustentabilidade às famílias para manterem seus filhos na escola; a saúde bucal, oftalmológica e a prevenção às doenças relacionadas à higiene e às DST/AIDS; além da violência que se relaciona diretamente ao uso e ao tráfico de drogas.

Porém, para o secretário Paulo Renato, a ‘culpa’ das mazelas educacionais de SP está no corporativismo sindical. Trata-se, sob a lógica do compromisso social, de uma visão medíocre sobre a abrangência das políticas públicas, típica de quem não consegue ou não quer - por conveniência - enxergar as coisas sob uma ordem sistêmica, tal como se deu na gestão em que foi Ministro de Estado e que optou pelas políticas fragmentadas, desconexas e restritivas de direitos.

Em sua entrevista, o secretário Paulo Renato deixou cair a máscara e expressou o projeto de educação que defende para a classe trabalhadora e seus filhos (principais usuários da escola pública). Ele traduziu com clareza o conceito das políticas que seu partido tem implementado há quatro gestões no governo do Estado. E nós perguntamos: a população paulista, os redatores e os leitores de Veja estão satisfeitos com os resultados da educação pública estadual? A política de bônus e de gratificações, as cartilhas que "ensinam" os/as professores/as a lecionar, a punição às faltas dos profissionais (professores e funcionários) por motivos de doença ou para atividade sindical, as provinhas para medir a capacidade dos educadores, tudo isso, que se pauta nos princípios da meritocracia, pura e simples, surtiram efeito até agora?

Para a CNTE, a educação de São Paulo ganharia mais se investisse, de fato, em seus profissionais. Mas, ao contrário, as sucessivas gestões públicas optaram por achincalhar os educadores. A atual, de José Serra, não aplica a Lei do piso salarial, uma vez que não concede 1/3 da jornada para hora-atividade do professor. A violência assola as escolas públicas e os profissionais também são vítimas constantes de agressões e mortes. A saúde física e mental dos educadores está cada vez mais comprometida pelas péssimas condições de trabalho. Os aposentados têm seus proventos aviltados com as políticas de prêmios que rompem com o princípio constitucional da paridade. Esse é o retrato da educação pública em São Paulo. E é justo não lutar contra essa situação?

Os estudantes e as redes sociais na internet

As postagens seguintes formam uma reportagem publicada na REVISTA EDUCAÇÃO - EDIÇÃO 150 da Uol

Vale a pena conferir

Os estudantes e as redes sociais na internet I

Zona cinzenta
O que pode mudar na postura de educadores ante o acesso irrestrito às informações públicas e privadas de seus alunos por meio das redes sociais
Rachel Bonino

Dos 999 "amigos" que frequentam a página pessoal do Orkut da professora Marta Diogo, 90% são alunos e ex-alunos, segundo cálculos dela própria. Além de receber mensagens carinhosas e elogiosas pelo seu trabalho, a popularidade da docente da rede estadual paulista em Santo André a fez ter contato com informações de conteúdo muito sério: da aluna que admitia, via scraps (página de recados), que se cortava (transtorno borderline), ao menino que, por meio de fotos publicadas em álbum virtual, fazia apologia ao crime organizado. Ela também detectou um grupo de alunos que participava de comunidades virtuais que exaltavam o transtorno borderline e o neonazismo. "Não demorou para aparecerem na escola com coturnos, carecas (skinheads) e ameaçando outros alunos, sempre em grupo", conta.

No ambiente das redes sociais, as dúvidas éticas foram elevadas ao patamar 2.0. Neste local sem hierarquia, o professor não é uma figura que centraliza as atenções, como acontece em sala de aula. Ele é mais um nas fotos do grupo de "amigos" do Facebook, Orkut, MySpace, entre outras redes por onde os alunos transitam. Nesse quase anonimato, os docentes podem circular por galerias de fotos e recados, e, assim, terem acesso a informações que talvez não chegassem à sala de aula. Mas se por um lado essa aproximação pode estreitar laços entre aluno e professor, pode também transformar o docente em testemunha de atos de conduta questionável ou ilícita - como aconteceu com a professora Marta. São atitudes que vão da admissão em recados ou em comunidades da prática de cola em avaliações até ameaças de organização de brigas entre gangues, tudo isso praticado on-line.

A violência virtual, aliás, cresce na mesma velocidade que o avanço tecnológico. Uma pesquisa divulgada em maio último, e desenvolvida pela Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana (Ritla), em parceria com a Secretaria de Educação do Distrito Federal (Sedf-GDF), mapeou a cena vir­tual. Dos cerca de 10 mil jovens ouvidos, que estudam em 84 escolas da rede pública de ensino do Distrito Federal, mais de um terço (36,5%) afirma já ter sofrido ciberviolência, e 17,3% já o praticaram. Entre as práticas mais violentas na web, os xingamentos foram os mais comuns (18,3% dos alunos afirmam ter sofrido e 8,4%, praticado), seguidos por invasão de e-mail (13,6% dos alunos já sofreram; 4,4% já praticaram) e fazer-se passar por outra pessoa (12,7 % e e 8,2%, respectivamente).

Os estudantes e as redes sociais na internet II

Postura
Assim como grande parte dos alunos demonstrou ainda pouco conhecimento sobre as dimensões e consequências dos riscos relacionados ao uso da internet, a pesquisa da Ritla no Distrito Federal constatou também que poucos educadores já refletiram sobre o assunto para escolher qual a melhor forma de orientar os alunos para que façam um uso mais seguro da internet.

Depois de ter contato com os casos virtuais de violência e com atos eticamente questionáveis, a professora Marta decidiu tomar iniciativas no mundo real: conversou, em primeiro lugar, com os alunos envolvidos. Depois, com a direção, demais colegas e só então com os adultos responsáveis pelos adolescedntes. "Alguns casos foram inclusive encaminhados para o Conselho Tutelar e/ou para a Vara da Infância e da Juventude", conta.

Mas a decisão da professora, de agir em função dos comportamentos sobre os quais tomou conhecimento via internet, não é aceita consensualmente entre seus pares. A discussão parece ainda incipiente. O que o professor deve fazer diante de uma cena de crime virtual: entrar em contato somente com o próprio aluno envolvido para discutir a atitude? Denunciar o caso para a direção da escola ou mesmo avisar a polícia? Ou deixar essas informações restritas ao ambiente virtual?
"Demos a ferramenta, mas não ensinamos ninguém a usar", diz a advogada Patrícia Peck, especializada em direito digital, sobre as redes sociais. Ela lembra que o fato de a Justiça já levar para o mundo real casos ilícitos do universo virtual obriga também a escola e os profissionais de educação a se informar sobre o tema. Diante de casos graves de crime ou ameaça, o professor que acessou página com essa informação e não tomou nenhuma providencia a respeito pode ser considerado copartícipe, e responder por isso judicialmente. "Quem cala consente. Digitalmente também. O compartilhamento de informações deu origem a uma solidariedade digital, que pode ser muito perigosa. Assim, a partir do momento que o professor tomou contato com um caso ilícito, ele não tem mais posição isenta", alerta a profissional. Nesse caso, a posição do professor equivale à de qualquer cidadão que tome conhecimento de um ato ilícito.

Em casos de desvios de conduta, seja ela de qualquer gravidade, Patrícia Peck acredita que a melhor atitude que um docente pode tomar é orientar para uma postura mais adequada ao aluno usando a mesma ferramenta virtual. "Ele pode enviar mensagem para todos os membros da comunidade, ou orientar o autor da ofensa em particular. Dessa forma, não poderá ser acusado de conivência." A atitude do professor, lembra Peck, também deve ser cuidadosa desde o início da interação para que não dê brechas para interpretações equivocadas sobre assédio sexual ou pedofilia.

Patrícia acredita que, mais do que se garantir do ponto de vista legal, cabe ao professor orientar os educandos, mesmo fora do espaço escolar: "Faz parte do papel dele orientar seus alunos mesmo que isso ultrapasse o perímetro da escola. O professor precisa deixar claro ao estudante que mesmo uma brincadeira de mau gosto postada na web gera responsabilidade de seu autor", diz.

Foi o que aconteceu certa vez no Colégio Bandeirantes, conta a professora Cristiana Assumpção, coordenadora de Tecnologia Educacional. Uma aluna criou a comunidade Gossip Girl, no Orkut. Assim como a narradora do seriado homônimo da TV fechada, a estudante também anonimamente fazia fofocas sobre os namoricos do colégio. Cristiana entrou na comunidade por meio da sua página pessoal e deixou recado indicando que aquela era uma atitude reprovável. Ao fim, pediu que a comunidade fosse excluída. Embora a identidade da aluna nunca tenha sido revelada, o pedido foi atendido. "Mesmo sendo uma ação fora da escola, o acesso às redes sociais faz parte da educação do aluno. A escola precisa se envolver", analisa Cristiana, que coordena curso específico de ética e cidadania digital no colégio.

Os estudantes e as redes sociais na internet III

Apoio
Um fator que tende a pesar na postura é a posição da instituição em que trabalha. Foi justamente pelo apoio que recebeu da direção de sua escola que o professor Verner Everton Carmona começou um trabalho de mobilização junto aos alunos sobre os perigos da internet, a importância de preservar sua reputação virtual, deixando de lado atitudes de flagrante desrespeito aos colegas de classe ou aos funcionários, direção ou professores. Tudo começou neste ano, quando um aluno do ensino fundamental da rede pública da Santa Gertrudes (SP), cidade onde leciona em três escolas municipais, "hackeou" a comunidade "Amamos o Prof. Verner", existente há quase cinco anos no Orkut e com cerca de 315 participantes, e mudou o nome dela para "Odeamos o Prof. Verner". Assim mesmo, com erro e tudo.

O professor encaminhou ofício para a direção para que chamasse os pais do suposto aluno envolvido para esclarecer o que houve. Ficou claro que o aluno envolvido teve a senha do perfil na comunidade clonado. Com o auxílio do professor de informática da escola, o aluno fez uma denúncia do próprio perfil na rede social. Felizmente, a comunidade foi excluída.
Casos como este revelam o cuidado que professor e escola devem tomar em situações de fraudes envolvendo identidades dos perfis dos alunos, para que injustiças não sejam cometidas. Não se deve considerar a informação postada no ambiente da web como verdade e sair punindo o aluno que informou e os que ele denunciou, por exemplo, sem uma investigação ampla sobre o fato. Além disso, o professor deve avaliar se se sente seguro para fazer uma intervenção direta, via rede, de orientação para o aluno:

"Ele precisa saber se é pertinente, afinal, outros alunos verão também a mensagem, dependendo de onde for postada", alerta Priscila Gonsales, coordenadora-executiva do Programa EducaRede no Brasil, que tem rede social educativa com mais de sete mil membros, administrada pela Fundação Telefônica.

Para a educadora, a escola pode ser mais rígida ou prezar mais o diálogo direto - tanto faz. O que importa é que a instituição se envolva com essa nova ordem educacional virtual, senão ela vai ficar sem saber como se posicionar diante de um caso de desrespeito via web. "É muito cômodo a escola achar que não tem nada a ver com isso. Ela tem de estar no mundo, não é elemento isolado", diz.

Já a professora Vani Kenski, autora do livro Educação e tecnologias: o novo ritmo da informação (Ed. Papirus), é mais descrente com a postura das escolas frente às novidades tecnológicas: "Não há uma apropriação dessa realidade na organização fechada e duramente oficializada e fiscalizada segundo a politica e a legislação educacional anacrônicas que temos. Dessa forma, mesmo que o professor esteja 'ligado' nessa nova realidade social e cultural, não tem espaço nem tempo na escola para lidar de forma significativa com essas questões. Algumas iniciativas pontuais e exemplares são feitas por alguns professores, mas são exceção e pouco repercutem na comunidade educacional da escola ou no contexto educacional mais amplo", diz.

A apatia da categoria é confirmada por Luiz Gonzaga de Oliveira Pinto, presidente do Sindicato de Especialistas de Educação do Magistério Oficial do Estado de São Paulo: até hoje nenhum pedido de orientação ou questionamento sobre questões éticas ligadas à internet chegou ao sindicato.

Um monitoramento constante das ações extraescola dos alunos deveria ser feito por uma equipe especializada dentro da unidade escolar para traçar e/ou conhecer determinados perfis, na opinião do professor João Rafael Mo­raes de Oliveira, que leciona desde 2007 na rede estadual paulista. "No entanto, os profissionais da educação não estão preparados, e acredito que nem seja do interesse deles trabalhar questões extra-classe. Nesse sentido, trabalha-se num terreno desconhecido, do 'eu acho'", diz.

Os estudantes e as redes sociais na internet IV

Aproximação
Mas nem só de reveses é formada a relação virtual entre professor e aluno. O contato on-line pode ser uma boa chance para o professor dar uma atenção individualizada ao jovem, o que é mais difícil numa sala povoada por 50 alunos. A professora Carlyne Paiva, que dá aulas de português na rede municipal paulistana há quatro anos, tem cerca de 400 amigos virtuais, dos quais 80% são alunos. Ela defende o recurso.

"O Orkut me aproxima dos alunos e melhora a relação em sala de aula. 'Entro' na casa deles, conheço a família, as condições sociais por meio de fotos, alguns de seus pensamentos. Isso torna a relação aluno-professor mais profunda. Por outro lado, eles podem perceber que sou 'tão gente' quanto eles, quebrando o paradigma de professora e, por incrível que pareça, minha relação com o aluno melhora bastante quando ele se torna meu 'amigo' no Orkut. São inúmeros os casos de alunos violentos ou agressivos que mudaram de comportamento em minha aula", conta.

Dessa forma, é fundamental tratar a internet como espaço social real em que é possível aprender, ensinar, descobrir, mas onde também direitos e privacidade alheios são violados, comprometendo profundamente a socialização e o bem-estar de seus usuários. Quando a escola e o professor entenderem isso, ficará mais fácil discutir as diretrizes possíveis.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Tem, mas tá faltando

O pagamento de alguns servidores da Prefeitura de Upanema só foi creditado nas contas, no dia de hoje. O problema é que as pessoas estão indo até o único caixa eletrônico do BB e encontram a velha frase: "Saque indisponível".

Eu acho isso uma tremenda falta de respeito aos clientes do banco. Será que temos que pagar taxas absurdas por um serviço tão horrível?
Só sendo um castigo dos grandes!!!!!!!!!!!

Eu faço um apelo aos vereadores que façam uma audiência pública para discutir esse tão irritante assunto. Ninguém suporta mais isso. É o cúmulo do absurdo!!!!!!!!!!

Se a agência de Campo Grande não tem condições de funcionamento, que coloque uma placa de aluga-se, na porta do prédio.

Culto de Ação de Graças

Realizou-se ontem, dia 02, na residência do Sr. Francisco Inácio, um Culto de Ação de Graças por seu aniversário de 80 anos de idade e pela cura de um câncer de seu neto Gêmisson.

Grande número de pessoas fez-se presente àquele lugar: familiares, amigos e membros da igreja Assembléia de Deus.

O que chamou mais a atenção, foi o testemunho do jovem Gêmisson. Ele foi acometido de um câncer e teria que se submeter a uma cirurgia, na tentativa de debelar a enfermidade, mas se recusou a tal procedimento, pois cria na intervenção divina. Enfrentou a resistência dos médicos, mas permaneceu firme em sua fé. Eu um determinado dia, o médico pediu novos exames e constatou a cura milagrosa da enfermidade e ficou muito surpreso com a operação divina na vida do jovem.

Amigo leitor, Deus ainda continua operando na vida daqueles que lhe obedecem e crêem no seu poder!

Leitura Bíblica

Evangelho de Jesus Cristo, segundo Marcos

14 Finalmente apareceu aos onze, estando eles assentados juntamente, e lançou-lhes em rosto a sua incredulidade e dureza de coração, por não haverem crido nos que o tinham visto já ressuscitado.
15 E disse-lhes: Ide por todo omundo, pregai o evangelho a toda criatura.
16 Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.
17 E estes sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas;
18 Pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porãoas mãos sobre os enfermos, e os curarão.
19 Ora, o Senhor, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu, e assentou-se à direita de Deus.
20 E eles, tendo partido, pregaram por todas as partes, cooperando com eles o Senhor, e confirmando a palavra com os sinais que se seguiram. Amém.

Matrícula de crianças na pré-escola e jovens no ensino médio será obrigatória a partir de 2016

A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) aprovada pelo Senado esta semana, que garante mais R$ 9 bilhões para o orçamento da educação, veio acompanhada de uma grande mudança no acesso ao ensino. Ela determina que as crianças terão que entrar obrigatoriamente na escola aos 4 anos, na pré-escola, e só poderão sair aos 17, após concluírem o ensino médio. Hoje, apenas o ensino fundamental, que compreende a faixa etária dos 6 aos 14 anos, é obrigatório. As redes municipais e estaduais terão até 2016 para implementar a mudança gradualmente.

"A família é obrigada a matricular e o poder público a providenciar a vaga. O pai que não matricular a criança aos 4 anos ou deixar o filho de 15 a 17 anos fora da escola poderá ser penalizado pelo Ministério Público assim como a prefeitura ou o governo do estado que não oferecer a escola", explica a secretária de Educação Básica do MEC (Ministério da Educação), Maria do Pilar.

Ela admite que o Brasil está atrasado em relação a outros países. No Chile, Argentina e outros países da América Latina a obrigatoriedade da pré-escola já é uma realidade. "A primeira lei de obrigatoriedade da educação no mundo é da Alemanha e data do início do século 18. A nossa primeira lei que diz que os pais são obrigados a matricular a criança e o Estado a oferecer o ensino é a Constituição de 1988, que torna a educação um direito público subjetivo", compara.

Especialistas em educação apontam que antecipar a entrada da criança na escola amplia suas chances de sucesso. "Fazer a pré-escola representa um impacto importante na alfabetização, no desenvolvimento escolar e nas chances de a criança chegar ao topo da educação básica. Quem começa a estudar aos 4 anos tem 38% mais chances de concluir o ensino médio do que quem ingressa diretamente no ensino fundamental", destaca o presidente-executivo do Movimento Todos pela Educação, Mozart Ramos.

Segundo dados da a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio) de 2008, a taxa de escolarização de pessoas com 4 ou 5 anos era de 72,8%. Isso significa que ainda é preciso colocar pouco mais de 25% das crianças dessa faixa etária na escola. Para Mozart, a tarefa deve ser cumprida antes do prazo de 2016 estabelecido pelo PEC.

Uma das razões apontadas por Mozart é de que, desde de 2007, o novo Fundeb (Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica) inclui a educação infantil nos repasses de recursos da União para os municípios, o que fez crescer as matrículas nesta etapa. O MEC também criou no mesmo ano programa Proinfância, para construção de escolas de educação infantil. De acordo com Pilar, mais de mil unidades já foram entregues ou estão em construção.

Já no ensino médio, o problema é um pouco mais complexo: apesar de 84% da população entre 15 e 17 anos estar matriculada na escola, muitas ainda estão no ensino fundamental. Desse total, apenas 48% está de fato no ensino médio. E, segundo Maria Pilar, dos 10 milhões de jovens que existem no Brasil, cerca de 13% não estão nem na escola nem no mercado de trabalho.

"O problema do ensino médio é menos físico, de estrutura, e mais de concepção de projeto", compara. O diagnóstico do próprio ministério é de que o atual modelo é desinteressante para os jovens, criando altos índices de repetência e evasão.

Mozart defende que os recursos extras vindos com a PEC sejam aplicados justamente para fortalecer e melhorar a qualidade destas duas etapas. "O aumento dos recursos se completa com a questão da obrigatoriedade para que a gente possa universalizar a educação básica no Brasil. Em pleno século 21 é o que se espera de qualquer país que deseja ser protagonista", diz.

Fonte: UOL Educação

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Dia de Finados: ritual cristão?

Para responder a esta indagação, vou citar o que diz o site católico Benito Pepe.

"O dia dos Mortos, é uma tradição que é milenar. Este é um dos cultos mais antigos e que esteve presente em quase todas as religiões, em especial nas mais antigas. A princípio era ligado aos cultos agrários e de fertilidade. Para os mais antigos, os mortos eram como sementes, e por isso eram enterrados com vistas à ressurreição.

O binômio: morte-fertilidade, explica a primitiva celebração de Finados com banquetes perto dos túmulos. Essa associação levou o homem primitivo a implorar a proteção dos mortos para as colheitas e plantações. Na antiguidade greco-romana, o culto das almas (manes) era celebrado com o cerimonial da vegetação. Hipócrates, baseado na mesma crença, afirmou que os espíritos dos defuntos “fazem germinar e crescer as sementes”. Os hindus comemoram os mortos em plena fase da colheita, como a festa principal do período."

COMENTÁRIO DO BLOG

Aí está a explicação para a recusa evangélica de celebrar esse ritual. Os pagãos tinha m esse costume, porque não serviam ao Deus verdadeiro. Eles tinham milhares de deuses. Para cada situação e necessidade, recorriam a um deles.

Não existe apoio bíblico para tais práticas. O que a Bíblia diz a respeito dos mortos, é que eles aguardam o dia em que hão prestar contas daquilo que fizeram enquanto vivos, conforme Hebreus 9.27 "E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo".

Alguém pode questionar por que o catolicismo adotou tais práticas das religiões pagãs. Existe uma explicação para isso. O catolicismo foi implantado entre os povos que iam sendo dominados por Roma, na base da força, ou mesmo porque eles desejavam adquirir prestígio na coorte. Não existia uma conversão verdadeira do paganismo para o Cristianismo.

Aquelas pessoas que passavam a fazer parte do Cristianismo traziam todas as tradições e crendices, que aos poucos foram sendo aceitas e oficializada pela Igreja. Partindo desse princípio, se explica a adoração aos ídolos, missa pelos mortos, Dia de Finados, dentre outras práticas correlatas.